domingo, 13 de fevereiro de 2011

Viva a língua portuguesa

   É só dar uma paradinha para observar e constatar. Com um computador à sua frente, boa parte da humanidade coloca mãos à obra. Para mandar e-mails, para respondê-los. Para escrever em blogs ou para interagir com os blogueiros. A língua escrita nunca foi tão solicitada por tanta gente com as mais diversas etnias, idades e intenções.

   Quando a intenção vai além de convencer um único leitor, a coisa começa a mudar. A quantidade de comunicados em trânsito, o ruído que isso provoca, começa a exigir mais habilidade e precisão para se comunicar na forma escrita. Nas redações, o fluxo de sugestões de pautas vindas de assessorias e demais interessados em defenderem a publicação de um assunto em forma de matéria jornalística é intenso e ininterrupto.

   Bombardeados, ouvidos e olhos de editores precisam selecionar rápido. Nessa hora, agora mais do que nunca, textos com palavras bem empregadas, que conseguem descrever com precisão uma ideia, saltam aos olhos. Esses têm muito mais chances de se destacarem no caudaloso fluxo diário de palavras e emplacarem um assunto. E é justíssimo que assim seja pois seus autores sabem defender suas ideias com respeito à língua que lhes serve.